Abertura dos trabalhos de 2010

Antes de começar as postagens de 2010, quero me desculpar pelo quase abandono no blog nas últimas semanas. O final de 2009 foi sinônimo de muito trabalho para “colocar a casa em ordem” antes das festas e, depois, de merecidas férias longe do computador.

Uma das minhas resoluções de Ano Novo é justamente manter o blog o mais ativo possível. A ver se consigo.

Que venha 2010, com muita saúde e trabalho!

Transferência do Paypal para o Brasil

O Paypal já permitia transferir o saldo para o cartão de crédito, agora permite transferência para bancos no Brasil. Ainda não testei, mas a opção já está disponível na seção de saque (withdraw) do site.

Segundo o site, para saques acima de R$ 250,00 não é cobrada taxa de transferência. Abaixo deste valor, cobram R$ 3,00.

Mesmo que não usem o “câmbio cheio”, ou seja, a cotação do dólar do dia, pode ser uma boa opção para receber de clientes do exterior.

O celular como modem

Um dos motivos pelos quais migrei do Blackberry (EGDE) para o E71 (3G) foi a possibilidade de usar a conexão de dados do celular como backup da banda larga fixa ou como banda larga móvel em viagens.

Só que passei meses testando várias sugestões de configuração que achei na internet… e nada. Algumas até funcionavam, mas a conexão caía depois de alguns segundos. “Liga na Vivo”, alguém vai sugerir. Experimente ligar em uma central de suporte dizendo que quer configurar o Mac… é de dar vontade de rir para não chorar. Já chegaram a me perguntar “Mas a senhora instalou o Mac no computador?”.

Mais fácil procurar essas coisas por conta própria. Dá mais trabalho mas dá menos trabalho, se é que me entendem.

Até que, ontem, achei este blog com instruções passo-a-passo. Como minha operadora também é a Vivo, só precisei seguir tudinho à risca e pronto: já posso trabalhar onde quiser (e tiver cobertura 3G da Vivo).

Teoricamente, para as outras operadoras precisa alterar só APN, número do telefone, nome da conta e senha. Nada que uma ligadinha na central de atendimento não resolva.

Os números no MemoQ

Uma das grandes vantagens do Wordfast, a meu ver, é a possibilidade de considerar os números como “placeables”: você não precisa digitar os números, só transferi-los do segmento original para a tradução. Facilita a vida e minimiza os erros.

Quando passei a usar mais o MemoQ senti muito a falta do mesmo recurso e resolvi fuçar para ver se achava algo parecido. Demorou um pouco, mas achei na própria base de conhecimento do MemoQ. São os chamados auto-translatables.

Então, vamos lá.

Para ensinar ao programa como deve tratar os números, vá para Tools > Options > Auto-translatables. Selecione o idioma de origem e o de destino (eu sempre uso English/Portuguese-Brazil).

Digite o formato original no campo de baixo, à esquerda, clique em Add, logo acima do campo, depois digite o formato convertido no campo da direita e clique no botão Add acima dele.

Por exemplo, para criar a regra que considera os números inteiros como “placeable” e os copia para o segmento traduzido sem modificá-los:

Digite (\d+) no campo de baixo, à esquerda, e clique no botão Add acima dele. Depois, digite $1 no campo da direita e clique no botão Add acima do campo.

Feito isto, sempre que aparecer um número inteiro no segmento de origem, 12345, por exemplo, o painel lateral do MemoQ, vai trazer, junto com as sugestões dos glossários e da TM, uma opção com 12345.

Faça a mesma coisa para os outros formatos, clique em Apply e voilà!

Você vai ter algo parecido com isto:


A tabela com os formatos está aqui:

Clique na imagem para ampliar, se for míope como eu.

Para alterar o padrão dessas formatações para um projeto específico, ou seja, incluir , alterar ou apagar alguma dessas regras, vá até o Project Manager com o projeto aberto, clique em Settings e, à direita, clique em Auto-Translatables. O que for alterado nesta janela vai valer apenas para esse projeto específico (repare no “Project auto-translatables” do nome da janela).

Parece-me que também é possível converter unidades de medida (polegadas em centímetros, por exemplo), mas como uso muito pouco este recurso ainda não fui procurar como se faz.

Tradutores no Twitter

Assisti, na Conferência da ATA, a uma palestra de Corinne McKay, Eve Bodeux e Michael Wahlster sobre web 2.0. Eles falaram sobre a interatividade através de blogs, Twitter, Facebook e outros sites parecidos.

Apesar de não terem dito nenhuma novidade, foi bom ver que muita gente faz parte desse mundo cibernético e não fica mais isolado em casa ou no escritório.

Aproveitei, então, o recurso recém-lançado das listas do Twitter e criei uma lista “Tradução-Translation“, onde reuni todos os tradutores e agências da minha rede de contatos.

Vale a pena também dar uma espiada nestas outras listas de tradutores no Twitter.

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