Códigos de barras QR

Acabei de incluir, na página Sobre mim, este código QR com os meus dados de contato.

Não sei se a moda vai pegar, mas achei uma maneira muito fácil de coletar informações.

Existem vários sites com geradores de códigos QR a partir de alguns “modelos”: pode-se gerar códigos de barra com o endereço do site, e-mail, dados de contato, dados da sua rede para que o usuário se conecte, número de telefone e texto pré-definido para envio de SMS ou mesmo um código de barras com texto livre, para você colocar a informação que quiser.

Eu usei o gerador do ZXing Project, padrão “Contact information”. Testei alguns outros, mas esse permitia incluir o maior número de informações.

Para ler o código e, neste caso, incluir as informações na agenda de contatos, pode-se usar o BeeTagg (Symbian, iOS ou Blackberry) ou o NeoReader (Android, Symbian, iOs e Blackberry). Testei só o BeeTagg no Symbian e o NeoReader no Android, e ambos funcionam muito bem.

O próximo passo é incluir a imagem do código no cartão de visitas.

Mais um e-book reader no mercado

Já tinha falado sobre meu dilema com relação aos e-readers. Tinha ficado em cima do muro, mas parece que agora minhas dúvidas acabaram.

Acabei de ler sobre o lançamento do novo Nook, da Barnes & Noble. Eu já gostava do anterior, mas este tem exatamente o detalhe que eu queria e que faltava no anterior: a tela touch colorida.

Novo Nook com tela colorida

Resumindo: é leve (meio quilo), tem o tamanho de um livro, memória de 8 GB (expansível até 32 GB com cartão microSD), wifi e, agora, tela colorida. O preço (US$ 249,00) também não é nenhum absurdo, se comparado com os concorrentes.

As especificações técnicas e os recursos estão detalhados no site da Barnes & Noble.

Ok, está resolvido: enquanto não sair um aparelho melhor, minha escolha é o Nookcolor.

iPad, e-book reader (qual?), Dell Inspiron… ó, dúvida cruel!

Faz tempo que eu quero comprar um leitor de e-books. Tenho muitos textos em PDF e em outros formatos, mas ler no computador não é a coisa mais agradável do mundo. Já bastam as muitas horas que preciso passar em frente ao monitor, trabalhando.
Gosto muito do modelo da Sony, mas inicialmente havia só um modelo e o preço não era muito animador: 300 dólares. Este, aliás, era o preço de praticamente todos os leitores que vieram logo depois. Meu bolso se recusava a pagar, minha cabeça procurava motivos para [não] comprar.

O Kindle nunca me animou muito, mesmo depois da queda do preço, por causa daquela história de precisar mandar os arquivos em formato não-nativo por email para que fossem convertidos e devolvidos. Big Brother demais para o meu gosto.

Outro ponto negativo comum a todos os leitores é a falta de cores – pelo menos no monitor. Pensar em ler um livro ilustrado, seja ele qual for, em tons de cinza [não importa de forem zilhões de tons] não é lá muito animador.

Então chega a Apple e lança o iPad. Lindo, com tela sensível ao toque, colorido… e caro! Sim, ele pode rodar vários outros aplicativos. Sim, ele é mais leve que um computador. Mas ainda não é um computador, não tenho como trabalhar nele. É um dispositivo caro, com muitas funções, mas muitas dessas funções me são inúteis profissionalmente.

Semana passada, graças à colega Ieda Bispo, coloquei as mãos em um iPad. Nem preciso dizer que fiquei babando! Mas, infelizmente, ainda tem a questão do preço…

Para aumentar ainda mais minha indecisão, ontem vi o anúncio do Inspiron Duo, da Dell. Tem as mesmas vantagens do iPad, mais um diferencial único: vira um netbook! Ou seja, seria possível trabalhar nele, além de ler livros e jornais, ler e mandar emails e postar no Twitter. Falta só saber o preço do “brinquedo”, ainda não anunciado. Dizem que vai ser lançado até o fim do ano. A ver.

Resumo da ópera: o que é mais vantajoso, comprar um leitor dedicado, mais barato e sem possibilidade de ler em cores, ou comprar um aparelho mais completo, com mais funções, colorido e… bem mais caro?

Dúvidas, dúvidas, dúvidas…