Vou usar o plugin do GT no memoQ e o cliente nem vai saber…

Lamento acabar com sua ilusão, mas o cliente tem como saber, sim. Acabei de perceber isso revisando um projeto no servidor. No meu caso não tem problema nenhum, mas alguns clientes proíbem (em contrato, inclusive) que o tradutor use o Google Tradutor nos projetos.

Na aba “Review” do painel de visualização (uso o memoQ 2013 R2) aparece a origem de cada segmento. Se ele veio da TM secundária do projeto (no caso, uma TM local minha), pode aparecer algo assim:

Screenshot 2014-03-12 17.07.09

Se o segmento vier do plugin do GT, aparece:

Screenshot 2014-03-12 17.02.46

Portanto, olho vivo quando trabalhar em servidor! Não sei se a TM exportada leva essa informação, mas não me surpreenderia.

Memória de tradução x tradução automática

Sábado, na Reunião na Sala 7, o Danilo Nogueira falou sobre tecnologias que podem ajudar o tradutor. A idéia surgiu da reportagem da revista Época que, coincidentemente (ou não), tinha o mesmo assunto da reportagem da Valor Econômico de janeiro.

Alguns colegas presentes na palestra pediram, em particular, que eu escrevesse sobre o uso da tradução automática em conjunto com os programas de memória de tradução, mais especificamente o Wordfast. Hoje, descobri que a Carol Alfaro já falou sobre isso semana passada. O artigo dela vale a pena ser lido: Novas tecnologias em discussão.